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Olympio, Valéria
Meu caminho é cada manhã, não procure saber onde estou... Meu destino não é de ninguém e eu não deixo os meus passos no chão... Se você não entende não vê, se não me vê não entende, não procure saber onde estou se o meu jeito te surpreende...!
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quarta-feira, 30 de abril de 2008

Esse tal de dia comum 2


O tal do dia comum virou personagem! Sim, ele ganhou fama e têm até história 2 sobre ele agora.

Mas o que eu iria escrever mesmo? Ah, sim sim.. Só peço, antecipadamente aos meus colegas de letras, que me desculpem por termos os quais utilizarei no texto. O motivo? Trata-se de um diálogo e irei respeitar o dialeto que fora utilizado.
O assunto em questão hoje é comentar sobre algo inusitado ( que tem que acontecer justo comigo), ontem, no ônibus para variar, eu e minha colega Renata ( isso, aquela mesmo que eu dediquei o texto após as inúmeras reclamações) tivemos um encontro inusitado.
Para entender a história, observe a legenda:
Renata
Valéria


17h30. Hora do..."Corre!"
Pegamos nossas bolsas e corremos pro elevador. Tínhamos simulado da prova do Enade na faculdade, não podíamos chegar atrasadas e ainda estava chovendo.
Engraçado como toda vez que eu calço uma determinada sandália chove.. Sem explicações. Já a denominei a sandália da chuva: è calçar: Chover. Enfim...
Conseguimos chegar no ponto de ônibus. Passaram vários, menos o nosso.
-O primeiro que passar pegamos, não podemos atrasar. (maldita hora que disse isso.)
Chegou nosso ônibus, pra variar, um pouco lotado.
Entramos, conseguimos passar pela catraca e assim que passaram alguns instantes:
- Valéria, você está sentindo? Esse ônibus está cheirando a merda...
- Não eu não senti.
- Presta atenção que você vai sentir...
(momentos depois...)
- PuT* Qu* O Pa*R*U! Tá um fedor de merda mesmo.. Aff, o que isso?
-Sei não, acho que alguém pisou na merda, só sendo..
(Pausa, mesmo com o ônibus lotado, minha amiga conseguiu equilibrar-se e olhar pé por pé, e enfim:
-Eu não fui.. Vê se não foi você...
(Puts, nessa hora, nem bem sei o que pensei.. Enfim..)
-Também não fui eu.
( Minha amiga continuava reclamando..)
- Não dá, assim não dá... Falta de consciência das pessoas pegar ônibus lotado e ainda por cima não olhar se pisou em merda...
-Calma, passa logo.
- Não, não passa. Já está fedendo a um bom tempo, você que não se deu conta...
Sim. Ela falou alto. "Já está fedendo a um bom tempo, você que não se deu conta." E, lógico que as pessoas olharam para nós.
-Eu não estava sentindo antes, mas o que você acha que podemos fazer? Estamos atrasadas para o simulado do Enade, prova, minha querida... Prova...
Nesse momento, já não discutíamos sobre o odor causado, mas sim, sobre provas, a dificuldade que as pessoas que trabalham encontram para se concentrar nos estudos, e que muitas vezes por esse motivo, poderiam não aproveitar melhor as aulas e por consequência ter um melhor aprendizado... Até justificamos a má formação de alguns profissionais. Partimos de um todo educacional para um econômico. - Claro, precisa-se trabalhar, pois a faculdade é paga.. Como iremos pagar o boleto sem trabalhar? E nossa discursão partia para o campo político- Também, as bolsas de estudo quase não servem para todos, ou você é bem pobre ou você é bem sortudo.. E não falemos de universidades gratuitas, parecem que as vagas são destinadas somente a classe alta..
-Mas que fedô da P*r*R a é esse que não passa?
-Sei lá.
-Claro que sabe, sabemos aliás. È merda, só pode ser.
- Alguém não se limpou, só sendo..
O caminho parecia mais longo do que o de costume. A chuva auxiliava no trânsito e pra melhorar as pessosas entravam molhadas.

Ônibus lotado>>> Pessoas muito próximas as outras>>>>as encharcadas da chuva encharcam os que não estavam.. >>> Vira tudo um bolo só.


-Próximo! Ai nem acredito, vamos descer! Com licença? (Para o rapaz que estava atrás)
-Claro- disse o rapaz.
.....................................
Puts............
O fedô era da boca do cara... Demos boas gargalhadas feito duas bobas que descobriam a grande charada, a resposta da questão. Até que percebemos que o cara não estava com "cara de bons humores," e inclusive havia ouvido todo o nosso comentário. Ficamos com cara de paisagem, até que o ônibus parou.
Descemos caladas.

-Pôxa, ele devia ter problemas sérios de estômago, não?
-........
-Eu acho.. Caramba como que pode? Feder daquele jeito todo... Ah, me desculpa mas ai já demais também, né?
-......
- Deveria ter lugares especias e reservados então para essas pessoas. Você não acha?
- Com máscaras respiratórias, iguais as que tem nos aviões?

Caímos na risada.




Se você tem mau-hálito, pára de ler esse texto e vai comprar um halls , pô!
Olympio,Valéria.

terça-feira, 29 de abril de 2008

De volta!!


Blog querido, lindo e fofo!! (Nossa...)
Quanto tempo sem blogar, acho que nem sei como é que se faz mais isso... Pra lembrar a senha custou, mas, enfim!

De volta! Bem característico do título. De volta. Blog, não direi "prometo", pois soa como falso, ma direi "comprometo" (deu na mesma?) não me afastar um tantão assim de você e por tantos e tantos tempos.

E o que conto de novo? Muitas coisas... As provas passaram, na verdade já vieram outras e a vida não parou. Olhando meus textos anteriores, percebi que uma coisa continuou a mesma: o tal do dia comum... Como foi engraçado, pelo menos pra mim, reler esse texto e perceber como continua a mesma coisa todos os dias... (para quem não leu, lê lá o texto rapidinho.)

Não pude ir no TM da virada cultural desse ano.. ¬¬ Tantas coisas pra fazer acabei não participando da apresentação dos meninos... Mas fiquei sabendo que foi ótima. Ótimo. Quem foi , aproveitou.

E, o que mais falar? Para um "bom recomeço" não se tem muito o que falar... Por mais que falemos, os leitores podem perceber que você "não tem palavras" e retoma a todo o momento a mesma coisa. (Já reparou quantas vezes eu empreguei a palavra "mesmo" e "mesma"? E quantas aspas "" já empreguei também?)

Se não reparou, leia novamente e toda vez que for ler (qualquer texto) observe como as vezes, o editor repete os mesmos sintagmas, semânticamente, do mesmo sentido, ou simplesmente, não tem o que falar... Há!

Então, tudo isso resume-se em simples sintagmas:

"Voltei, vou blogar de novo, fim."

Beijos pros meus leitores queridíssimos, e desculpe pelo temmmmpo, que, com certeza vocês nem se deram conta, mas eu tenho que comentar, né?

Olympio.